Ajuda
Perguntas frequentes
Se a sua dúvida não estiver aqui, ela provavelmente está numa das outras páginas desta documentação — ou dá pra falar direto com a gente.
Não. Você cadastra sua VPS uma vez (IP + chave SSH) e o Zé Preguiça cuida do resto: instala Docker, Nixpacks e o proxy reverso automaticamente, builda seu projeto em container e publica. Todos os comandos acontecem por baixo dos panos — você só usa a interface.
Node.js, Python, Go, Rust, Ruby, PHP, Java e outras. O Zé Preguiça usa o Nixpacks, que detecta a linguagem do repositório automaticamente e builda a imagem sem você escrever um Dockerfile. Se o seu projeto já tem um Dockerfile ou docker-compose.yml, ele também é suportado nativamente.
Qualquer uma com Ubuntu e acesso SSH, de qualquer provedor — a partir de ~R$20/mês. O Zé Preguiça se conecta via SSH e provisiona tudo sozinho. A VPS é sua, o controle é seu.
Criptografadas com AES-256 antes de tocar o banco de dados do painel. Chaves SSH, senhas de banco, credenciais de backup e variáveis de ambiente nunca são armazenadas em texto puro.
Você vê o log completo da falha em tempo real, linha por linha, com uma explicação automática da causa via IA quando aplicável. No modo Docker, cada deploy bem-sucedido guarda a imagem — então dá pra reverter pra qualquer versão anterior em um clique, sem rebuild.
Sim, sem limite artificial. Cada projeto roda isolado em seu próprio container, então diferentes linguagens e versões convivem sem conflito na mesma máquina — o limite real é o hardware do servidor.
Sim. Conecte sua conta do GitHub e escolha o repositório numa lista — inclusive privados, sem configurar chave nenhuma. Se preferir colar a URL manualmente, repositórios privados precisam de uma deploy key configurada na sua VPS.
Não. Um projeto pode ficar no ar via HTTP com o IP da VPS, sem domínio nem SSL. O domínio só é necessário se você quiser HTTPS automático via Let’s Encrypt.